QUOTE(vinicius2K @ 20-Feb-2006, 00:07)

Por isso vou criar um intermediário, como você o fez, e vou chamá-lo de "Gestor de frente". É esse "cara" que importará preços, clientes, CCF e etc do ERP e enviará as alterações para os PDVs. E será também ele o responsável por consultas e relatórios de vendas durante o dia. Mas *devo* manter esta comunicão ERP -> Gestor de Frente no formato de arquivos texto. O que será diferente é a comunicação entre Gestor de Frente e PDVs, esta poderá ser mais "elegante" como a sua, por fazerem parte da mesma solução.
Vou trabalhar da mesma forma.... Vc já definiu o formato dos arquivos TXT para troca de informações entre o Gestor e o ERP ? Sabe se existe algum "formato padronizado" para esse tipo de intercambio.... Eu mesmo defini o meu formato, mas seria interessante seguir um padrão de mercado (caso exista algum)..
QUOTE(vinicius2K @ 20-Feb-2006, 00:07)

Mas por que comunicação via "texto"? Porque mesmo criando a solução de PDV, poderei manter minha solução de ERP em outros clientes sem alterações e também vender minha solução de PDV para clientes que utilizam outro ERP ou mesmo aqueles clientes que não tenham ERP e não queiram investir em um no momento. Numa visão rápida não é uma solução muito elegante, mas é uma estratégia de mercado. Na verdade, meu Gestor de Frente, será um mini-ERP. Clientes que não queiram utilizar meu ERP e não possuam outro, poderão realizar controles básicos da loja, no tocante à produtos, clientes e vendas no próprio Gestor de Frente.
Sem dúvida é muito interessante... sem falar no fato que outras aplicações de Retaguarda (de outras SW.Houses) poderiam se integrar ao seu Gestor e PDV.. (se for o caso)...
Assim como o seu gestor, o meu programa Monitor tb pode trabalhar independente do ERP, nesse caso os produtos / clientes são cadastrados diretamente nele...
QUOTE(vinicius2K @ 20-Feb-2006, 00:07)

Atualmente, quando existem alterações de preços ou início de promoções, etc, meu ERP exporta estas alterações para um servidor de arquivos. Esta exportação pode ser automática ou não, isto é parametrizado e quem decide é o cliente. Porém, após feita a exportação, nas soluções de PDV que conheço é necessário um comando de importação no Gestor de Frente. Esse comando traz para seu banco de dados as alterações e as envia para o PDV simultaneamente.
O que eu vou fazer de diferente? O meu Gestor não vai exigir comando para importação do ERP/envio para os PDVs. Isto será automatizado porque ele irá monitorar o diretório designado no servidor de arquivos para onde o ERP exporta. Com isso se o cliente optar por exportação de alterações automáticas no ERP e estiver utilizando minha solução de PDV a comunicação será "quase" transparente.
Mais uma vez pensamos da mesma forma...

O meu programa Monitor tem parâmetros para monitorar um diretorio, e assim que os arquivos TXT chegam, ele processa-os, e pode (se assim foi configurado) já enviar as alterações para os PDVs... Aqui cabe uma preocupação extra: No momento da "carga" dos PDVs, pode haver equipamentos desligados ou fora da rede... Nesse caso é necessário um tratamento para processar arquivos de carga antigos ou não recebidos
Com o envio das vendas do Monitor para o ERP, o mesmo ocorre... Existe um parametro com o intervalo de tempo em que ele deve gerar o TXT, além de uma linha de comando que deve ser "disparada" após a criação do TXT com as vendas... Essa linha de comando pode ser um programa (tipo Console) escrito pela SW. do ERP que abrirá o TXT e incorporar os dados do TXT no ERP...
QUOTE(vinicius2K @ 20-Feb-2006, 00:07)

Além disso, não sei se ocorre com você, mas é muito comum produtos serem inseridos na área de venda antes de terem suas N.Fs de entrada imputadas no ERP ou mesmo NFs imputadas de forma incorreta.
Meu ERP trata de forma muito séria e eu diria até bastante "chata", a questão custo. Se as vendas do PDV forem processadas imediatamente, sem atualização de custo do produto no ERP os relatórios de análise de lucratividade do dia ficam "furados"...
Com a importação após o fechamento da loja, estas falhas podem ser detectadas mais facilmente e, se necessário, a importação pode ser desfeita, os erros que levaram a apuração incorreta de custo e PMZ (Preço Margem Zero), corrigidos e as vendas re-importadas.
Será esta metodologia antiquada demais? Honestamente, não sei... É segura, com certeza.... Estou habituado a trabalhar desta forma e é sempre bom novas idéias para "clarear" a mente.
Concordo... não havia pensado nesse problema...

meu Retaguarda tb registra no arquivo de Vendas o Custo Médio do produto na ocasião em que ocorreu a venda, para a apuração do Lucro..
QUOTE(vinicius2K @ 20-Feb-2006, 00:07)

Em tempo, qual banco de dados
local você usa? Estou numa dúvida "cruel" entre FB e Access, mas estou tendendo ao Access por ter acesso simplificado via ADO+JET, não requerer muitos recursos da máquina e, além disso, menos suceptível a corrupção por causa dos "dedinhos nervosos", loucos por um reset, dos operadores de PDV. Além disso, todas as boas soluções de PDV que conheço, utilizam o Access como banco local... não deve ser a toa.

Estou usando os arquivos binários do ClientDataSet (.CDS), o que a Borland chama de
MyBase, são bastante rápidos (pois ficam na memória da máquina)... Fiz alguns testes de velocidade com uma base de dados de 10.000 produtos e foi muito bom... tb testei desligamentos e travamentos e parece que ele se comportou bem... Como estou focando o
Linux procurei algo que pudesse rodar no Pinguim e tb no Windows... Se o Mybase começar a "dar pra trás" vou usar DBFs com o
componente TDBF.... DBFs são muito robustos, e fáceis de trabalhar... e com o TDBF não preciso instalar o BDE, nem nenhuma DLL