O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, pode ser extraditado para a Suécia, onde é acusado de abuso sexual. A decisão foi tomada pela Suprema Corte do Reino Unido, segundo a ZDNet.
Autoridades suecas pedem a extradição de Assange, que está em prisão domiciliar na Inglaterra. No país escandinavo, Assange foi acusado de abusar sexualmente de duas mulheres em 2010.
Com a decisão da corte britânica, o jornalista tem duas semanas para entrar com um recurso. O processo de extradição deve voltar a ser julgado no dia 13 de junho.
A prisão de Assange ocorreu meses depois da revelação de documentos secretos do governo norte-americano pelo WikiLeaks. Por isso, defensores do fundador do serviço afirmam que a sua prisão é política.
Assange afirma que as relações que teve com as mulheres foram consensuais e, segundo o seu advogado, as acusações foram usadas como uma armadilha para prejudicar a ação do WikiLeaks.